UM BRASILEIRO” conta a história do “José João da Silva”, um migrante radicado em São Paulo, que, após enfrentar inúmeras dificuldades, vive um grave momento de crise onde o suicídio se apresenta como sua única alternativa.
Neste momento crucial lhe acontece uma revelação transformadora.
Devido a ela, não mais se vê como fracassado e vítima, mas se compreende como o forte e especial que, apesar de todas as graves dificuldades vividas, vence em força - uma força cuja origem está em sua história e seus conteúdos pessoais, e que é o seu maior tesouro, com a qual impregna tanto seu dia-a-dia como suas ações e realizações junto à sociedade a sua volta. Revê memórias e as emoções que carregam, atualizando-as pelo viés da revelação, encontrando-as construtivas, amorosas, felizes. Seu olhar passa a ser do observador consciente de seu papel, que mantém e fortalece sua capacidade inteligente de refletir a cultura diferente da sua através de conteúdos lúcidos, criativos, amorosos e bem-humorados. Desta forma “Zé João” se reconstrói e se reidentifica – liberta-se!
O espetáculo se debruça sobre a questão daqueles que migram para as grandes cidades e passam a contribuir para a formação e desenvolvimento humano, social, econômico, estrutural e cultural dessas cidades. Esta fundamental contribuição tem sua gênese na própria formação cultural e humana das regiões de onde os migrantes partem para o encontro dos seus sonhos. Partimos da idéia de que o protagonista não é um coitado e sofrido, como normalmente é considerado o migrante que não conquistou poder econômico ou social. Nosso intuito é mostrar que o migrante traz de sua região de origem a força e os conteúdos que o fará conquistar seus espaços na nova cidade. Isto representa a chegada de força, amor, fé, esperança e trabalho que são fundamentais para a formação da multifacetada realidade cultural e humana das cidades.
O texto original, de Sérgio Carvalho da Fonseca, fez parte do repertório do ator Maurílio Domiciano, que o experimentou durante quase dez anos, em suas andanças por cidades, teatros e grupos. Ao se estabelecer a parceria com o diretor Rubens Curi, este propôs mudança na concepção dramatúrgica, e o texto foi reescrito e ampliado, de forma a se tornar um espetáculo teatral e potencializar os aspectos positivos da questão do migrante e sua contribuição. O ator interpreta uma personagem central específica, e também outras, arquetípicas (pai, mãe, mulher...) – Durante o espetáculo ele se revela o arauto da descoberta da felicidade de ser quem se é, trazendo o frescor da liberdade através do reconhecimento de seu valor intrínseco, cultural e pessoal. A proposta é que “Um Brasileiro” se comunique através de um lugar onde a razão não seja o filtro principal, mas sim a emoção e as intensidades subterrâneas desta personagem que encontra o caminho da expressão inteira e espontânea, conduzida pela urgência da felicidade lúcida e inteligente.
Neste momento crucial lhe acontece uma revelação transformadora.
Devido a ela, não mais se vê como fracassado e vítima, mas se compreende como o forte e especial que, apesar de todas as graves dificuldades vividas, vence em força - uma força cuja origem está em sua história e seus conteúdos pessoais, e que é o seu maior tesouro, com a qual impregna tanto seu dia-a-dia como suas ações e realizações junto à sociedade a sua volta. Revê memórias e as emoções que carregam, atualizando-as pelo viés da revelação, encontrando-as construtivas, amorosas, felizes. Seu olhar passa a ser do observador consciente de seu papel, que mantém e fortalece sua capacidade inteligente de refletir a cultura diferente da sua através de conteúdos lúcidos, criativos, amorosos e bem-humorados. Desta forma “Zé João” se reconstrói e se reidentifica – liberta-se!
O espetáculo se debruça sobre a questão daqueles que migram para as grandes cidades e passam a contribuir para a formação e desenvolvimento humano, social, econômico, estrutural e cultural dessas cidades. Esta fundamental contribuição tem sua gênese na própria formação cultural e humana das regiões de onde os migrantes partem para o encontro dos seus sonhos. Partimos da idéia de que o protagonista não é um coitado e sofrido, como normalmente é considerado o migrante que não conquistou poder econômico ou social. Nosso intuito é mostrar que o migrante traz de sua região de origem a força e os conteúdos que o fará conquistar seus espaços na nova cidade. Isto representa a chegada de força, amor, fé, esperança e trabalho que são fundamentais para a formação da multifacetada realidade cultural e humana das cidades.
O texto original, de Sérgio Carvalho da Fonseca, fez parte do repertório do ator Maurílio Domiciano, que o experimentou durante quase dez anos, em suas andanças por cidades, teatros e grupos. Ao se estabelecer a parceria com o diretor Rubens Curi, este propôs mudança na concepção dramatúrgica, e o texto foi reescrito e ampliado, de forma a se tornar um espetáculo teatral e potencializar os aspectos positivos da questão do migrante e sua contribuição. O ator interpreta uma personagem central específica, e também outras, arquetípicas (pai, mãe, mulher...) – Durante o espetáculo ele se revela o arauto da descoberta da felicidade de ser quem se é, trazendo o frescor da liberdade através do reconhecimento de seu valor intrínseco, cultural e pessoal. A proposta é que “Um Brasileiro” se comunique através de um lugar onde a razão não seja o filtro principal, mas sim a emoção e as intensidades subterrâneas desta personagem que encontra o caminho da expressão inteira e espontânea, conduzida pela urgência da felicidade lúcida e inteligente.

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